Playbook de negociação.
Onde está o dinheiro, com quem negociar, o que pedir.
Produto
O Routor reproduz sua operação transação a transação e devolve a decisão no formato que sua operação consome: regras, playbooks, política e contraprova. Não é relatório.
Como pensamos
Sua operação carrega três decisões de frete ativas ao mesmo tempo. Cada uma cruza custo, receita e experiência. Cada uma costuma morar num lugar diferente: contrato, sistema, site. O Routor coloca as três sob a mesma camada.
Quais transportadoras você contrata, em quais faixas, com que serviço. A decisão sai como playbook de negociação e bid pack, com benchmark da sua operação real.
Qual transportadora leva cada pedido, considerando custo, prazo contratado e qualidade. A decisão sai como regras executáveis, prontas para o seu sistema.
Threshold de frete grátis, oferta por região, precificação por faixa de ticket. A decisão sai como política redesenhada, com premissas explícitas e testáveis.
Outputs
Você não recebe relatório. Recebe o output no formato que entra na próxima reunião de contrato, no sistema de routing, no checkout. Tudo com a trilha de auditoria que procurement e compliance pedem.
Onde está o dinheiro, com quem negociar, o que pedir.
Critérios de escolha por pedido, prontos para os seus sistemas.
Sarrafos, prazos e oferta por região, com premissas explícitas e testáveis.
O que cada envio deveria ter custado, recalculado de forma independente, contra o que foi cobrado. Você para de validar a nota do transportador no escuro.
Aplicação
Você entra na próxima rodada de tabela com uma proposta-âncora calibrada pela sua operação real, não pela média de mercado. O transportador vê números que ele mesmo emitiu. A discussão vira engenharia.
Em vez de manter regras de cinco anos atrás, você publica regras novas no formato que seu TMS ou seu motor próprio consome. Mudou a tabela? Recalcula. Mudou a regra? Versionada e auditável.
Threshold por região, oferta por faixa de ticket, precificação por canal. Você simula antes de publicar; sai com premissa testável e calendário de revisão.
Recalculo independente do que cada envio deveria ter custado. Se a nota do transportador divergir, você sabe onde, em quantos pedidos, em qual rota. Negociação no escuro acaba aqui.
Categoria
TMS executa. Depois que você escolheu transportadora, regra e tabela, ele garante que o pedido saia, o tracking chegue e a nota feche. O Routor opera acima: ajuda você a chegar nessa escolha. Os dois moram juntos sem se sobrepor.
BI observa. Mostra o que aconteceu, com quais transportadoras, em quais regiões. Útil pra história, insuficiente pra decisão prospectiva (o futuro não é regressão do passado). O Routor simula pedido a pedido, combinando tabelas reais, regras candidatas e histórico de demanda.
Integrações
O Routor consome o que você já tem: tabelas de transportadoras em planilha ou PDF, histórico de pedidos via export do seu ERP ou TMS, regras atuais via documento ou sistema. Devolve no formato que vai para o lugar certo.
Tabelas, histórico, regras atuais. Planilha, CSV, API, PDF estruturado. Onboarding faz a normalização.
Regras de carrier mix em JSON pro motor de routing. Política em formato consumível pelo seu checkout. Playbook em PDF pra mesa de contrato.
Cada decisão com versão, premissa registrada e quem aprovou. Procurement e compliance recebem o que precisam.
Em produção
Sem comprometimento de longo prazo. Você envia tabelas e histórico, recebe a foto real da operação em horas e decide o próximo passo com dados na mesa.
Quero o diagnóstico